sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Meu bichinho, meu amor!

A partir da obra Meu bichinho, meu amor, de Luísa Ducla Soares, os alunos das turmas de 2.º, 3.º e 4.º anos pintaram e escreveram uma mensagem carinhosa num coração para oferecer. 
Cada aluno escreveu, no seu coração, uma das comparações feitas no livro acima citado, conforme um cartão que escolheu previamente. Uma imagem de cada um dos "bichinhos" que aparecem no livro estava impressa num cartão, que o aluno escolhia sem ver. O animal que lhe saísse em sorte, ditava a citação a escrever.
Os alunos gostaram muito desta atividade e foi uma maneira divertida de conhecer mais uma obra desta excelente escritora.
Assim, "o nosso amor é terno como o coelhinho", "o nosso amor é forte como o touro" , "o nosso amor é colorido como o pavão" e tantas comparações mais saíram das páginas do livro e voaram para os corações dos alunos da EB1 do Carandá!



quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Quantos queres?

A Biblioteca ofereceu um "Quantos queres?" a cada aluno das turmas de 1.º ano, para que, nesta Semana dos Afetos, possam brincar em casa, com os seus familiares. A cada contagem pode sair "Uma piscadela", "Um abraço", "Um miminho", "Um mais cinco!", "Um elogio", "Um aperto de mão", "Um carinho", "Um sorriso"


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Sabes onde é que os teus pais se conheceram?

Na semana em que se comemoram os afetos, pedimos aos meninos das turmas de 3.º e 4.º ano que respondessem a uma pergunta muito simples:

 "Onde é que os teus pais se conheceram?" 

Alguns alunos escreveram,de imediato, a resposta e outros, mais aflitos, disseram que não sabiam! A estes últimos, a questão passou a ser:

 "Onde é que gostavas que os teus pais se tivessem conhecido?"

As respostas foram muitas e foram afixadas à entrada da escola, onde os pais esperam, todos os dias, ansiosamente pela saída dos seus meninos. As respostas não estavam identificadas, só se assinalou a que turma pertenciam. Muitos encarregados de educação "reconheceram" a resposta do seu educando, relembrando (esperamos nós!) um momento importante e inesquecível da sua vida! Aqui estão as fotos das respostas das nossas crianças:







Mesmo ao lado das respostas das crianças, expusemos as lindas ilustrações de Paulo Galindro e as palavras de Maria Inês de Almeida, retiradas do livro Sabes onde é que os teus pais se conheceram?, editado pela booksmile. Aqui ficam as fotos:

Click to play this Smilebox slideshow

Já poderá haver uma segunda edição desta obra, com as respostas dos meninos da EB1 do Carandá! Algumas respostas coincidiram com o livro exposto, que os alunos tiveram oportunidade de ler na Biblioteca, posteriormente, mas outras respostas foram muito originais. Serão verdadeiras ou imaginadas?! Só os pais é que sabem!
Será que houve pais a conhecerem-se na catequese, na igreja?
 E no cimo da Torre Eiffel, em Paris?
 Numa praia do Rio de Janeiro?
 No Facebook? 
No estrangeiro,na mesma cidade,  a estudar em Erasmus?
Num restaurante, no jantar de aniversário de amigos em comum?
No prédio onde viviam e eram vizinhos?
Na Cruz Vermelha, onde os dois eram voluntários?
Numa loja de gelados?
No hospital, quando o papá teve um acidente e foi atendido por uma enfermeira muito simpática?
...
Onde terá sido que os teus pais se conheceram?!

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Contar as Janeiras - 4.º B

Na passada sexta-feira, dia 20 de janeiro, a turma 4.º B foi até à Biblioteca da EB 2, 3 André Soares partcipar na atividade Contar as Janeiras, partilhando a sua história coletiva, intitulada "Um Natal tropical" com uma simpática turma de 5.º ano que também partilhou uma mão cheia de contos! Foi uma manhã especial para o 4.ºB. Vejam como estão todos contentes e orgulhosos a partilhar o seu trabalho!



Queres conhecer a história escrita pelo 4.º B?! Que curioso! Aqui a tens!

Um Natal Tropical

Triiiiiiiiiiiim!
O toque para a saída soou bem alto e nós corremos felizes para junto dos nossos pais, dizendo:
- Acabou a escola!
Viva!
Chegaram as férias grandes!
Naquele preciso momento e, embora estivéssemos no mês de junho, passava no céu o Pai Natal no seu trenó puxado pelas renas e com ele viajavam a Mãe Natal e alguns duendes.
O Pai Natal observou a nossa alegria com a chegada das férias e teve uma ideia brilhante: pedir-nos ajuda para ensinar as renas mais novas a aprender a voar e a descer nos telhados e para ensinar mais duendes a construir brinquedos e a embrulhá-los para as crianças do mundo inteiro! Aterrou, então, o seu trenó no meio do campo de futebol da nossa escola, para procurar a nossa professora e pedir-lhe ajuda para nos convencer a ajudá-lo naquele verão.
Encontrou a professora Olímpia na sala de aula, sozinha, a arrumar alguns papéis. A professora ficou espantadíssima quando viu o Pai Natal e a Mãe Natal a entrar na sala…É que aquele Pai Natal era um bocadinho estranho: além de ser bastante magro e alto, não tinha barba, vestia uns calções e uma camisola azuis e a sua pele estava muito bronzeada!
O Pai Natal explicou-lhe a sua intenção e a professora adorou a ideia de sermos voluntários numa causa tão nobre: ajudar o Pai Natal era uma honra para qualquer criança!
- Vamos lá, Pai Natal! Vamos falar com a criançada, tenho a certeza que eles vão adorar conhecê-lo e ajudá-lo!
E assim foi: todos nós concordamos em ajudar o Pai Natal, mas também queríamos gozar as férias, aproveitar o calor e a praia…Ir para o gelo do Pólo Norte, no verão, não nos agradava muito… O Pai Natal soltou uma gargalhada quando ouviu a nossa preocupação e nós ficamos espantados: aquela não era a gargalhada do Pai Natal!
- Hi! Hi! Hi! Hi! Hi! Hi! Isso não é problema! Eu não vivo no Pólo Norte! Aquele frio estava a dar-me cabo dos ossos! Eu mudei-me para o Havai! Podem ir ajudar-me que não vão faltar praias, calor e muitas ondas!
- Combinado!
Combinado!
O Pai Natal ao ouvir aquilo ficou verdadeiramente feliz, por poder ter a nossa ajuda. Assim, com mais renas e mais duendes a trabalhar, ele poderia distribuir mais prendas e em menos tempo!
Contamos todos os dias, todas as horas até chegar o mês de agosto e, finalmente, chegou o dia que todos esperávamos. Na viagem até ao Havai, no avião privado que o Pai Natal tinha enviado, estávamos muito ansiosos, fazíamos comentários sobre como seriam aquelas férias, na escola do Pai Natal. E, finalmente, chegámos. Estavam 40 graus, à sombra das palmeiras e nós não aguentávamos de curiosidade para saber como é que o Pai Natal aguentava o calor!
 Quando as portas da escola se abriram, a Mãe Natal deu-nos as boas-vindas:
- Sejam bem-vindos, meninos! Chegaram ao sítio que todas as crianças gostavam de conhecer, de visitar!
A escola era o máximo: tudo brilhava, era tudo encantador e todos sorriam de felicidade e de espanto perante tanta beleza e nenhum de nós se esquecia da razão de estarmos ali: ajudar o Pai Natal!
Pegámos nos skates, nos patins, nas bicicletas, nas trotinetes e fomos à praia ter com o Pai Natal, que andava a surfar, enquanto os duendes e as renas construíam castelos na areia. Quando nos viram, pararam a brincadeira e contaram-nos algumas novidades. A primeira a falar foi a rena Rodolfo:
- Meninos, ainda bem que já chegaram! Temos uma má notícia: este calor deu cabo dos miolos ao nosso querido Pai Natal e ele trocou as lições: ensinou-nos a nós a construir brinquedos e ensinou os duendes a voar! Foi como se tivesse apanhado um choque elétrico!
Um duende aproxima-se e desabafa:
- Nós não conseguimos voar! Temos muitas tonturas e enjoamos muito!
O Pai Natal tinha feito asneira: ensinou as renas a construir e a embrulhar os brinquedos e os duendes a voar…Era tudo uma grande dificuldade: as renas, com as suas longas patas, não conseguiam nem fazer nem embrulhar as prendas e os duendes tinham  medo das alturas, enjoavam lá no alto, não conseguiam mesmo voar…
Entretanto, o Pai Natal saiu do mar com a sua prancha de surf  debaixo do braço e não perdemos tempo a explicar-lhe a ideia genial que tivemos!
- Pai Natal! Pai Natal! Temos uma ideia para o ajudar a resolver este problema!
- Ai sim? Ora contem lá…mas antes vamos para a sombra que vocês não puseram protetor…
- Pai Natal, podia dar descanso às suas renas e investir numas motos para distribuir as prendas. Cada rena aprendia a conduzir e ficava encarregue de entregar os presentes. E podíamos dar umas aulas de TIC aos duendes e eles encomendavam todas as prendas na Internet!
O Pai Natal pareceu gostar da ideia, mas, de repente, coçou a cabeça e pareceu preocupado.
  - Falar é fácil! Fazer…pode ser difícil! E eu? O que vou fazer eu? Se as renas entregarem as prendas eu já não preciso ir com elas e descer pela chaminé. As crianças vão ficar desiludidas…se eu não for!
Nós também já tínhamos pensado nesse problema:
- O Pai Natal continua a passar em casa de todas as crianças, mas com mais tempo para beber o leite e comer as bolachinhas, com cada criança.
 - Tem razão! Vamos tratar de comprar as motas e os computadores!
Naquele verão trabalhámos muito: com a ajuda do pó mágico as renas conduziam muito bem as motas, não fossem elas renas mágicas e os duendes aprenderam a navegar na Internet, sempre em segurança, conseguiram arranjar todas as prendas pedidas pelas crianças. Todos os dias de manhã íamos ter com o Pai Natal para o ajudar. Cada um de nós tinha uma rena ou um duende para ajudar a fazer as tarefas e em poucas semanas ficou tudo preparado!
O Pai Natal até arranjou tempo para descansar e namorar: foi passar uns dias com a Mãe Natal a Los Angeles e Hollywood. Ele agradeceu-nos muito e deu-nos um abraço muito especial.
Para nós, também foram umas férias grandes muito especiais: esquecemos todo o mal que há neste mundo porque ajudámos o nosso próximo e isso encheu-nos o coração de alegria. Sentimo-nos como um verdadeiro Pai Natal! Será que existe melhor que isto?
            Para nós, o Natal foi em agosto, foi um Natal tropical!

sábado, 21 de janeiro de 2012

Contar as Janeiras - 4.º A

Na sexta feira, dia 20 de janeiro, a turma 4.º A foi com a sua professora, Silvina, e a professora bibliotecária da EB1 do Carandá até à Biblioteca da EB 2,3 André Soares, onde foram muito bem recebidos pela coordenadora da Biblioteca, a professora Regina Campos. Visitaram a Biblioteca enquanto uma turma de 5.º ano não chegava ao espaço da Biblioteca, pois era com esta turma que iam partilhar uma história de Natal, criada coletivamente. 
A partilha de histórias foi muito rica e todos gostaram das histórias, escritas pelos alunos. Estão todos de parabéns!
Foi uma tarde muito divertida e enriquecedora!