Durante a Semana da Leitura, os "artistas" do 4.º B da nossa escola ilustraram poemas alusivos ao tema da semana: o Mar! Estão um espetáculo!!!! Parabéns!
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sexta-feira, 19 de abril de 2013
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Poemas Ilustrados pelo 2.º A
Parabéns!
As ilustrações dos meninos do 2.º A estão fantásticas! Vejam lá:
As ilustrações dos meninos do 2.º A estão fantásticas! Vejam lá:
O Segredo do Rio, de Miguel Sousa Tavares
Amor,
entre o peixe e um menino
Mas cresceu muito
e deitaram- no ao ribeiro.
Ir e vir era o
que ele fazia, com tanta solidão.
Zelar, é o que faz este
novo menino.
Amizade grande nasceu entre eles.
Dão ambos o seu melhor,
E isso é que é bom!
Mas o menino ficou
espantado.
E que a carpa
falava!
Não podia ser!!
Iria enlouquecer?
Não, era verdade.
O peixe
falava!
Segredo era uma
carpa falar.
Entre eles,
Guardaram esse
segredo.
Rara tal coisa.
E tentavam
que ninguém o
Descobrisse.
O menino
e a carpa eram felizes.
Grandes dias
passaram. Mas…
Resolveu, a família,
Apanhar a carpa
para a comer.
Teve o menino de mandar o peixe
embora.
Ia já lá longe, quando viu um barco.
Decidiu , recolher dele, comida para
a família.
A família não passou fome. Estavam
felizes.
O menino pôde ficar com a sua amiga carpa.
Filipe
Amizade,
nasceu à primeira vista,
Muito
diálogo houve entre eles.
Inseguro,
o menino desconfiou.
Zelou
a sua amiga carpa!
A
verdade
,é que a carpa,
Depois
contou a sua história,
E
os
dois ficaram grandes amigos!
Muito
sossegado
E
a
tomar banho ,
No
ribeiro, apareceu uma carpa,
Ia
e voltava com grandes saltos.
Nunca
mais se separaram.
Ouviam
as histórias um do outro!
Sem
medos
E
sem euforia,
Guardaram
um segredo
Repleto
de magia!
Entusiasmado,
o menino
Devia
de falar com
O
peixe,
para conhecer a história do amigo.
Gratidão
é ajudar, amar e amizade !No
Ribeiro,
a amizade chegou, à vista !O
Amor
era tanto, que
Tendo
em jogo o amor, uma noite o pai queria comida, e a mãe,
Igualmente
feliz, teve a ideia da carpa.
De
noite, o menino ouviu e
Avisou
a carpa do perigo!
O
peixe
levou-lhes comida, e o menino ajudou-o, e isso é gratidão!
Daniel
sexta-feira, 12 de abril de 2013
A Menina Gotinha de Água, de Papiniano Carlos
A
Gotinha de Água
Gosta
de brincar.
Então,
com os seus amigos
vai
ver as nuvens no ar.
A
Gotinha de Água
Gosta
de brincar
então
com os seus amigos
vai
ver as estrelas a brilhar.
Matilde
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Os afetos na poesia dos nossos alunos
![]() |
| Cassandre Faugeroux |
O amor
Este poema é feito para ti
só para ti.
É feito de amor, carinho e ternura,
é para te lembrares de mim
nesses momentos especiais
é para sentires
eu estou sempre presente
o meu coração palpita por ti
estou à espera
para voltar a sentir
os teus lábios de mel.
Marta Carvalho, 3º. A
![]() |
| Galle Boissonnard |
Amor
O amor é belo
como a brisa do mar
e o mundo romântico
é a bela noite de luar.
Devemos todos amar
com o nosso coração puro
e sempre acreditar
que não é duro.
O amor de crianças
é uma simples brincadeira
só que às vezes não tem fim
e dura a vida inteira!
Margarida
Granja, 3ºA
Amizade
A amizade cheira
a hortelã
hálito límpido e bom.
E se, um dia,
sofrer qualquer dano
amizade também é perdão.
A amizade é compartilhar
momentos
felizes ou não.
Margarida Granja, 3ºA
Carinho Crescente
Conheci-te
quando era pequena
E logo de ti
gostei
Muitas coisas
juntos aprendemos
E muito contigo
brinquei.
Os anos foram
passando
E tivemos de
nos separar
Mas com a
amizade que tínhamos
Voltamo-nos a
encontrar.
Agora estudamos
juntos
Cada um na sua
sala
Oferecemos
prendas um ao outro
E guardamo-las
na mala.
Há quem lhe
chame carinho
Há quem lhe
chame amizade
Mas o que eu
sinto por ti
E puro e de
verdade.
Sofia Barroso,
3.º A
![]() |
| Marie-Eve Tremblay |
Amor
A Dona Alface
casou com o
senhor Agrião
mas não resultou
muito bem esta união.
A Dona Alface
casou com o senhor Bolota
mas rápido se fartou
pois ele fazia batota.
A dona Alface
casou com o senhor couve Bruxelas
mas ele tinha uma amante
de nome Daniela.
Dona Alface aprendeu
que amor não é só amar é
dar a quem precisar
é fraternizar.
Mas no fundo
bem lá no fundo
amor é amar.
José Miguel, 4.º A
O Amor que vem nos poemas
Durante a Semana dos Afetos andaram poemas de amor pela EB1 do Carandá:
e os alunos das turmas do 2.º, 3.º e 4.º anos copiaram um poema à escolha e ofereceram aos familiares, amigos e, quem sabe?, ao/à namorado(a)!!!!
E os nossos caloirinhos escreveram a palavra "Amo-te" num coração que se transformou em envelope e ilustraram-no com desenhos muito bonitos...
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Turma 4.º B
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Chegou o Inverno!
Balada da
Neve
Batem leve, levemente,
como quem chama por mim.
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim.
É talvez a
ventania:
mas há pouco, há poucochinho,
nem uma agulha bolia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho...
mas há pouco, há poucochinho,
nem uma agulha bolia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho...
Quem bate,
assim, levemente,
com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
nem é vento com certeza.
com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
nem é vento com certeza.
Fui ver. A
neve caía
do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria...
- Há quanto tempo a não via!
E que saudades, Deus meu!
do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria...
- Há quanto tempo a não via!
E que saudades, Deus meu!
Olho-a
através da vidraça.
Pôs tudo da cor do linho.
Passa gente e, quando passa,
os passos imprime e traça
na brancura do caminho...
Pôs tudo da cor do linho.
Passa gente e, quando passa,
os passos imprime e traça
na brancura do caminho...
Fico olhando
esses sinais
da pobre gente que avança,
e noto, por entre os mais,
os traços miniaturais
duns pezitos de criança...
da pobre gente que avança,
e noto, por entre os mais,
os traços miniaturais
duns pezitos de criança...
E
descalcinhos, doridos...
a neve deixa inda vê-los,
primeiro, bem definidos,
depois, em sulcos compridos,
porque não podia erguê-los!...
a neve deixa inda vê-los,
primeiro, bem definidos,
depois, em sulcos compridos,
porque não podia erguê-los!...
Que quem já
é pecador
sofra tormentos, enfim!
Mas as crianças, Senhor,
porque lhes dais tanta dor?!...
Porque padecem assim?!...
sofra tormentos, enfim!
Mas as crianças, Senhor,
porque lhes dais tanta dor?!...
Porque padecem assim?!...
E uma
infinita tristeza,
uma funda turbação
entra em mim, fica em mim presa.
Cai neve na natureza
- e cai no meu coração.
Augusto Gil
uma funda turbação
entra em mim, fica em mim presa.
Cai neve na natureza
- e cai no meu coração.
Augusto Gil
Poema enviado pelo Tiago, 3.º B
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Reisadas
Cantiga dos Reis
Santos Reis, santos coroados
Vinde ver quem vos coroou
Foi a virgem, mãe sagrada,
Quando por aqui passou.
O caminho era torto
Uma estrela vos guiou
Em cima de uma cabana
Essa estrela se pousou.
A cabana era pequena
Não cabiam todos três;
Adoraram Deus-Menino
Cada um por sua vez.
Cantiga Popular de Barcelos,
recolhida por Luísa Miranda
![]() |
| http://monicarretero.blogspot.com/ |
Os Reis Magos
São três e chegam de longe
com um sonho na bagagem:
querem estar com o menino
antes que finde a viagem.
São magos do Oriente,
mas não são magos de rua;
acreditam nos cometas,
nas estrelas e na lua.
São os magos viajantes
que resistem à fadiga,
seguindo o rasto de luz
de uma estrela que é amiga.
São os Reis Magos que chegam
das mais remotas paragens
com ouro, incenso e mirra
que trazem de outras viagens.
São os Reis Magos felizes,
joelho assente na terra,
com um voto e uma prece:
“Menino, põe fim à guerra.”
Gaspar, Baltazar e Belchior
pedem à estrela brilhante:
“Dá nome a este menino
antes que o galo cante.”
Viemos aqui nesta noite
com um desejo profundo:
queremos ver o menino
que vem dar esperança ao mundo.
José Jorge Letria, O Livro do Natal
![]() |
| Randy Bish |
Os Reis
São chegados os três reis
Lá das partes do Oriente,
A visitar o Menino
Santo Deus omnipotente.
Guiados por uma estrela,
Vieram ter a Belém
Onde estava o Rei do Mundo,
Que nasceu p’ra nosso bem.
A estrela se escondeu
Por trás de uma estrebaria;
Dentro estava o Deus Menino
E mais a Virgem Maria.
O curral era pequeno,
Não cabiam todos três:
Adoraram o Menino
Cada um por sua vez.
Ouro, mirra e incenso
Todos três lhe ofereceram;
Aos pés da Virgem Maria
As ofertas estenderam.
Pondo os joelhos em terra,
Adoraram a Jesus,
Filho de Deus encarnado,
Que é toda a nossa luz.
Santos reis, santos coroados,
Foi Jesus que vos coroou,
Jesus que, p’ra nos salvar,
Deus ao mundo enviou.
Nesta noite tão feliz
Cantemos com alegria:
Já nasceu o Rei da Glória,
Filho da Virgem Maria.
Poema Popular
![]() |
| Oxana Zaika |
Os três reis do Oriente
Eram três reis do Oriente
E partiram mundo além,
À procura do Menino
No presépio de Belém!
Foram chamadas em sonho
Por um sagrado destino:
Guiados por uma estrela,
Lá foram dar com o Menino!
À entrada de Belém,
Logo a estrela se escondeu
Por detrás dessa cabana
Onde o Menino nasceu!
A cabana era pequena,
Não cabiam todos três,
Tiveram de ir adorá-Lo
Cada um por sua vez!
Os presentes que levaram
Mirra, incenso e muito ouro,
Eram p´ra que Ele ficasse
Dono de grande tesouro!
Puro engano, já se vê,
Desses reis orientais...
Pois p´ra Ele um bom tesouro
É o Amor… e pouco mais!
Alexandre Parafita,
Histórias de Natal Contadas em Verso
![]() |
| http://www.linstudio.com/ |
Adoração dos Magos
Pelas veredas do deserto,
seguem, rumo a Belém,
Gaspar e Baltazar, mais perto,
Belchior, um pouco além.
A estrela que, na noite escura,
só eles vêem brilhar,
nesse instante de ventura,
que os protege ao caminhar.
Pelo céu da Galileia,
vigiam anjos cantando
loas divinas que, à ceia,
os antigos vão recordando.
Em baús, trazem presentes
que, conforme a tradição,
doaram reis, e descendentes,
aos de cada geração.
Ouro, incenso, do melhor,
que possuíam guardados;
mirra, pois, que p’ró merecedor
só os mais recomendados.
Pelas veredas do deserto,
Guia, os Reis Magos, a estrela,
que, da Terra, brilha tão perto,
e ninguém possa esquecê-la.
Vergílio Alberto Vieira,
Romanceiro de Natal
![]() |
| Eva Melhuish |
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Poemas Natalícios
No último dia de aulas, a Biblioteca Escolar do Carandá presenteou todos os alunos com um folheto com poemas natalícios e com belas ilustrações, para que possam oferecer "desembrulhar" poesia nas férias!
Poesia de Natal
Poemas Tradições de Natal
Poemas Reis Magos
Poemas Presépio
Poemas Pai Natal
Poemas Natalícios
Poemas Natal
Poemas Menino Jesus
Poemas de Natal 2011-2012
Poesia de Natal
Poemas Tradições de Natal
Poemas Reis Magos
Poemas Presépio
Poemas Pai Natal
Poemas Natalícios
Poemas Natal
Poemas Menino Jesus
Poemas de Natal 2011-2012
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