Mostrar mensagens com a etiqueta Turma 3.º B. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Turma 3.º B. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 15 de abril de 2013

O Segredo do Rio, de Miguel Sousa Tavares




Amor, entre o peixe e um menino
Mas cresceu muito e deitaram- no ao ribeiro.
Ir e vir era o que ele fazia, com tanta solidão.
Zelar, é o que faz este novo menino.
Amizade grande nasceu entre eles.
Dão ambos o seu melhor,
E isso é que é bom!


Mas o menino ficou espantado.
E que a carpa falava!
Não podia ser!!
Iria enlouquecer? 
Não, era verdade.
O peixe falava!

Segredo era uma carpa falar.
Entre eles,
Guardaram esse segredo.
Rara tal coisa.
E tentavam que ninguém o
Descobrisse.
O menino e a carpa eram felizes.

Grandes dias passaram. Mas…
Resolveu, a família,

Apanhar a carpa para a comer.
Teve o menino de mandar o peixe embora.
Ia já lá longe, quando viu um barco.
Decidiu , recolher dele, comida para a família.
A família não passou fome. Estavam felizes.
O menino pôde ficar com a sua amiga carpa.

Filipe



Amizade, nasceu à primeira vista,
Muito diálogo houve entre eles.
Inseguro, o menino desconfiou.
Zelou a sua amiga carpa!
A verdade ,é  que a carpa,
Depois contou a sua história,
E os dois ficaram grandes amigos!

Muito sossegado
E a tomar banho ,
No ribeiro, apareceu uma carpa,
Ia e voltava com grandes saltos.
Nunca mais se separaram.
Ouviam as histórias um do outro!

Sem medos
E sem euforia,
Guardaram um segredo
Repleto de magia!
Entusiasmado, o menino
Devia de falar com
O peixe, para conhecer a história do amigo.


Gratidão é ajudar, amar e amizade !No
Ribeiro, a amizade chegou, à vista !O
Amor era tanto, que
Tendo em jogo o amor, uma noite o pai queria comida, e a mãe,
Igualmente feliz, teve a ideia da carpa.
De noite, o menino ouviu e
Avisou a carpa do perigo!
O peixe levou-lhes comida, e o menino ajudou-o, e isso é gratidão!

Daniel


sexta-feira, 12 de abril de 2013

A Menina Gotinha de Água, de Papiniano Carlos





A Gotinha de Água
Gosta de brincar.
Então, com os seus amigos
vai ver as nuvens no ar.

A Gotinha de Água
Gosta de brincar
então com os seus amigos
vai ver as estrelas a brilhar.

Matilde

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

O Amor que vem nos poemas

Durante a Semana dos Afetos andaram poemas de amor pela EB1 do Carandá:



e os alunos das turmas do 2.º, 3.º e 4.º anos copiaram um poema à escolha e ofereceram aos familiares, amigos e, quem sabe?, ao/à namorado(a)!!!!






E os nossos caloirinhos escreveram a palavra "Amo-te" num coração que se transformou em envelope e ilustraram-no com desenhos muito bonitos...





O Amor é...

































Todos os alunos escreveram no mural "O Amor é..."
Esperemos que os afetos perdurem para lá desta semana...

Marcadores Apaixonados

Obrigada aos meninos do 2.º B, 3.º A, 3.º B, 4.º A e 4.º B que fizeram marcadores apaixonados lindíssimos! Estão todos de parabéns! Agora é aguardar...pelos resultados do concurso.



sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Desejos de Natal do 3.º B



          Após ouvirem a história de Natal de Gail Yerrill e Claire FreedmanOs dez desejos de Natal, e com a ajuda da professora Teresaa turma 3.º B da EB1 do Carandá formulou os seus desejos para este Natal!  Aqui vão:

DESEJOS DE NATAL DO 3.º B

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Chegou o Inverno!



Balada da Neve 

Batem leve, levemente, 
como quem chama por mim. 
Será chuva? Será gente? 
Gente não é, certamente 
e a chuva não bate assim.

É talvez a ventania: 
mas há pouco, há poucochinho, 
nem uma agulha bolia 
na quieta melancolia 
dos pinheiros do caminho...

Quem bate, assim, levemente, 
com tão estranha leveza, 
que mal se ouve, mal se sente? 
Não é chuva, nem é gente, 
nem é vento com certeza.

Fui ver. A neve caía 
do azul cinzento do céu, 
branca e leve, branca e fria... 
- Há quanto tempo a não via! 
E que saudades, Deus meu!

Olho-a através da vidraça. 
Pôs tudo da cor do linho. 
Passa gente e, quando passa, 
os passos imprime e traça 
na brancura do caminho...

Fico olhando esses sinais 
da pobre gente que avança, 
e noto, por entre os mais, 
os traços miniaturais 
duns pezitos de criança...

E descalcinhos, doridos... 
a neve deixa inda vê-los, 
primeiro, bem definidos, 
depois, em sulcos compridos, 
porque não podia erguê-los!...

Que quem já é pecador 
sofra tormentos, enfim! 
Mas as crianças, Senhor, 
porque lhes dais tanta dor?!... 
Porque padecem assim?!...

E uma infinita tristeza, 
uma funda turbação 
entra em mim, fica em mim presa. 
Cai neve na natureza 
- e cai no meu coração.


Augusto Gil

Poema enviado pelo Tiago, 3.º B

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Dia Internacional da Pessoa Portadora de Deficiência


Para comemorar o Dia da Pessoa Portadora de Deficiência, as turmas da EB1 do Carandá, escreveram uma história a várias mãos.
  Esta atividade começou com um parágrafo inicial retirado do livro Os Primos e a Bruxa Cartuxa, de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada e as turmas 2.º B, 2.º A, 3.º B, 4.º A, 4.º B e 3.º A, por esta ordem, inventaram a história dos primos inseparáveis, a Lúcia e o Jorge. Depois da história escrita, as turmas do 1.º Ano vão ilustrá-la.
Esperamos que gostem tanto da história como as crianças gostaram de a escrever e de a ilustrar.



Lúcia e Jorge: os primos inseparáveis

Lúcia foi a primeira a chegar à quinta dos avós para passar o fim-de-semana. Enquanto o primo não apareceu, andou numa correria pelo jardim, sempre a espreitar por entre as grades do portão a ver se ele já vinha. Finalmente avistou o carro e desatou aos pulos de contente.
 - Jorge! Jorge!
O Jorge mal avista a prima, começa a correr até ela.
 - Olá, Lúcia! Estás boa? Que saudades!
Os dois primos deram um longo abraço. E não perderam muito tempo, pois foram imediatamente, de mão dada, brincar. Nessa tarde, brincaram às escondidas, à apanhada, à cabra-cega, aos três pauzinhos e antes do lanche ainda houve tempo para jogarem à bola…
Depois do lanche, a Lúcia pediu ao primo:
- Jorge, brincas comigo às bonecas? 
- Oh, não, Lúcia, eu não gosto de brincar com coisinhas de meninas! – respondeu ele sem pensar.
- Mas, Jorginho, isso não é justo: porque antes do lanche, eu também brinquei contigo à bola e tu sabes que eu nem gosto…
O Jorge pensou um pouco nas palavras da prima e aceitou brincar com ela:
- Desculpa, prima, tens razão! Vamos lá brincar às bonecas!
Os dois primos foram até à sala e decidiram servir um chá quentinho às bonecas e às suas “convidadas”. A Lúcia foi logo buscar um bule de água bem quente à cozinha…
E quando voltou, preparava-se para deitar a água nas chávenas das bonecas, mas o Jorge queria ser ele a deitar a água. Puxou o bule das mãos da Lúcia para si e, sem querer, largou-o de forma muito bruta que a água saltou logo para os olhos da menina.
O primo, muito aflito, ao vê-la agarrada aos olhos, foi imediatamente chamar os seus avós, enquanto a Lúcia gritava de dor:
 - Aaaaaaaaaaaaiiiiiii! Que dores! Ai! Queima muito…Doem-me muito os olhos!
 Os avós ligaram para o 112 e enquanto a ambulância não chegava, todos estavam a tentar acalmar a Lúcia, que continuava:
-Porque estão a demorar tanto a chegar?! Não vejo nada! Não vejo nada! Que aflição!
 -Tem calma, minha querida, já se ouve a sirene: eles estão a chegar!
       O INEM chegou e a família, muito angustiada, esperava que levassem a menina o mais rápido possível para o Hospital. E assim aconteceu…
 Toda a família aguardava, na sala de espera do Hospital, com muita ansiedade, que alguém lhes desse informações. Assim que o médico entrou na sala, a avó questionou-o:
 - Como está a minha netinha, Sr. Doutor?
- Bem, as notícias que tenho a dar-lhe não são as melhores…- O que é que lhe aconteceu? O que é que lhe aconteceu? Ai, estou tão preocupada! – interrompeu a avó.
- Receio que a sua neta possa ter perdido a visão.
- O quê?! Não pode ser! Não!
- Tenha calma…sente-se um bocadinho, por favor. Beba um copo com água. A sua neta perdeu a visão, mas tenha calma, não é o fim do mundo. Pode continuar a viver como sempre o fez, se tiver o apoio e o acompanhamento da família e de todos os seus amigos…
 A avó perguntou ao médico, de imediato:
 - Quanto tempo é que a Lúcia vai ficar internada?
 - Mais alguns dias…Tem de ter paciência! – respondeu o médico.
 Assim que a Lúcia teve alta do Hospital, voltou para casa com a sua família e todos estavam muito tristes com o acidente que lhe tinha acontecido. 
 O Jorge foi o primeiro a falar com a Lúcia:
- Priminha, desculpa-me, foi sem querer, tu bem sabes! - Não faz mal, Jorge, eu vou ficar bem, mesmo não voltando a ver!
- Claro que vais ficar bem! Eu vou ajudar-te, vou ser o teu guia na escola e, pensa bem, até podemos inventar uma brincadeira nova!
 - Uma brincadeira nova? Como assim, um jogo?
- Sim, Lúcia! Eu posso dar-te objetos e tu, através do tato ou através do cheiro, podes tentar adivinhar o que é…
  - Como assim? Fruta? Brinquedos? Material da escola?
 - Sim, todas essas coisas! Mas primeiro temos de treinar muito bem! Só com o hábito é que vais conseguir descobrir o que te ponho nas mãos. Imagina que é como o jogo da cabra-cega.
        O Jorge deu à Lúcia, com cuidado, um cubo mágico e ela ao apalpar este objeto conseguiu acertar logo, à primeira tentativa. A Lúcia ficou bastante contente por ter descoberto e quis continuar o jogo. E durante vários dias, os primos continuaram a brincar até que a Lúcia conseguia adivinhar tudo o que o primo lhe dava através do tato e do olfato: peças de vestuário, vários tipos de papel, como o de fantasia, que ela ia sentindo e descobrindo a textura, peças de fruta e outros alimentos que ela descobria só através do cheiro e muitas outras coisas…
O Jorge continuava a ser o companheiro de brincadeiras da prima e para a ajudar a orientar-se, ele ofereceu-lhe uma prenda muito especial: um cão-guia, que começou a acompanhar a Lúcia para todos os lugares. E quando o cão não a podia guiar, era o Jorge que a ajudava.
 A menina começou a sentir-se mais confiante, mais animada, muito mais segura e decidiu voltar à escola, pois já tinha saudades de todos os seus amigos e da professora.
            Na escola, todos adoraram ter a amorosa Lúcia de volta e os seus amigos continuaram a brincar com ela como sempre tinham feito e conseguiram dar-lhe apoio sempre que ela precisava.
A Lúcia, aos poucos e com a ajuda especial do Jorge, de toda a família e dos amigos, voltou a ser uma menina feliz!!! 

2.º B         2.º A       3.º B       4.º A        4.º B             3.º A


Ilustrações do 1.º A:


Ilustrações do 1.º A


Ilustrações do 1.º B:

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

O Segredo do Rio, no 3.º B

O 3.º B ouviu a história da amizade entre um menino e uma carpa, pela boca da tia da Sofia. Foi uma grande lição de vida que a D. Laura deu a estes meninos, através do conto desta história de Miguel de Sousa Tavares.
Muito obrigada por ter vindo.


O Segredo do Rio 

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Eu gosto da Biblioteca porque...é uma chave para o passado, presente e futuro!

No mês em que se comemoraram as Bibliotecas Escolares, os alunos do 3.º B escreveram porque gostam da Biblioteca. Os seus testemunhos até deram para fazer uma chave no placare da Sala. Ora vejam:




Obrigada pelos testemunhos, meninos!


Click to play this Smilebox slideshow

terça-feira, 6 de março de 2012

Leituras Partilhadas, 3.º B



A turma 3.º B partilhou com as restantes turmas um final original que escreveu para a obra "O Grilinho Tenor", de Palmira Martins. Queres saber como alteraram a história? Ouve e lê a história.

O Grilinho Cantador








quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Família - atividade para o 3.º ano

As turmas da professora Isabel e da professora Elisabete, 3.º A e 3.º B, vieram à Biblioteca fazer uma atividade relativa à temática da Família, tema que está a ser abordado nesta semana nas aulas de Estudo do Meio.
 Assim, cada uma das turmas foi dividida em seis grupos e cada um deles teve acesso a uma obra. Foram elas:

O Livro da Família, de Todd Parr,
Cá em casa somos..., de Isabel Minhós Martins
João Sem-Irmãos, de Paula Pato
Sabes onde os teus pais se conheceram?, de Maria Inês de Almeida
As famílias não são todas iguais, de Tango Books
Família, de Felicia Law

Após a leitura do livro, cada grupo de trabalho realizou uma ficha de leitura acerca do mesmo e, posteriormente, cada grupo apresentou essa obra aos restantes colegas, de forma a abordar a temática da Família de diferentes maneiras. Eis as fichas de leitura:


O Livro da Família

Cá em casa somos

João Sem-irmãos

Sabes onde é que os teus pais se conheceram

As Famílias não são todas iguais

Família

Click to play this Smilebox photo album
Create your own photo album - Powered by Smilebox

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

O primeiro dia de escola, de António Mota - resultados do questionário

Após a leitura da obra escrita por António Mota e ilustrada por Paulo Galindro, O primeiro dia de escola, os alunos responderam a um questionário on-line. Aqui estão os resultados! Parabéns aos vencedores, poderão, na próxima sexta-feira, requisitar um filme para ver em casa.

Classificação
Alunos
Turma
Respostas corretas
1.º
Guilherme,  Leonor
3.º A
11
1.º
André,  Rodrigo
3.º A
11
2.º
Isabel, Martim
3.º A
10
2.º
Énia,  Soraia
3.º A
10
2.º
Eduardo, José M.
3.º A
10
2.º
Ema, Erica
3.º A
10
2.º
Rodrigo Capa, Sara
3.º A
10
2.º
Flávio, Maria Leonor
3.º A
10
2.º
Ana, Tomás
3.º A
10
3.º
                       Bernardo, José Pedro
3.º A
9
3.º
Gonçalo
3.º A
9
4.º
Bárbara, Joana
3.º A
8
5.º
  Diogo
3.º A
7




1.º
Mário, Nuno
3.º B
11
2.º
Lara, Leonor Carlota
3.º B
10
2.º
Pedro,  Rodrigo
3.º B
10
2.º
Íris, Luís
3.º B
10
2.º
João Tomás, Miguel
3.º B
10
2.º
Clara,  Maria
3.º B
10
2.º
Michelle,  Vitória
3.º B
10
2.º
Gabriela, Mariana
3.º B
10
3.º
João, Raúl
3.º B
9
3.º
Diogo,  Tomás
3.º B
9
3.º
Eduardo, Guilherme
3.º B
9
3.º
Filipe, Leonor
3.º B
9
4.º
João Miguel , Rafael
3.º B
8